domingo, 24 de abril de 2011

Um exercício sobre temas de redação do ENEM

Atualidades Temáticas – Temas de redação do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio
Temas que levam a uma reflexão crítica e a um posicionamento do candidato frente a questões atuais do Brasil e do mundo: esta é a tendência geral das provas de Redação do ENEM, uma das mais importantes avaliações para o ingresso nas Universidades do país. Os temas solicitados até agora foram:



Ano
Tema
Temática
1998
Viver e aprender
Vida, conhecimento
1999
Cidadania e participação social
Cidadania
2000
Direitos da criança e do adolescente: como enfrentar este desafio nacional?
Direitos, adolescente
2001
Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?
Desenvolvimento social
2002
O direito de votar: como fazer desta conquista um meio para promover as transformações sociais...
Direitos do cidadão
2003
A violência na sociedade brasileira: como mudar as regras deste jogo?
Violência
2004
Como garantir a liberdade de informação e evitar abusos nos meios de comunicação?
Liberdade
2005
O trabalho infantil na sociedade brasileira
Trabalho infantil
2006
O poder de transformação da leitura
Leitura e mudanças
2007
O desafio de se conviver com as diferenças
Convivência, diferenças
2008
A preservação da floresta amazônica
Preservação, ambiente
2009
O indivíduo frente à ética nacional
Ética
2010
O trabalho na construção da dignidade humana
Trabalho e dignidade
2011
???
???
Que temas você considera mais prováveis de serem solicitados 
para a redação do ENEM em 2011?
(Elabore uma lista de até 10 sugestões)

Algumas palavras chaves relacionados com a temática da redação no ENEM:
(Em azul, sugestões dadas pelos alunos)
Adolescente
Aprendizagem
Aquecimento global
Auto-conhecimento
Brasil
Cidades
Conflito
Corrupção
Cotas
Crise
Cultura
Democracia
Desarmamento
Desenvolvimento
Desigualdade
Educação
Empreendedorismo
ENEM
Energia
Ensino
Escola
Esporte e Copa 2014
Ética
Evasão
Família
Futuro
Globalização
Guerra
Homofobia
Igualdade
Indivíduo
Inflação
Jovem; juventude
Liberdade
Meio ambiente
Mercado de trabalho
Mulher
Mundo
Natureza
Nova classe média
Oriente
Patrimônio Biológico
Plebiscito
Política
Preconceito
Preservação
Primeiro emprego
Problema
Profissão
Saúde
Segurança
Sociedade
Solução
Tecnologia
Trabalho
Transformação
Vida
Violência; Bullying



Temas mais sugeridos, por ordem decrescente de frequência (Aula de 25/4/2011):

1.       Bullying: uma nova crise na educação?
2.     Bullying: como resolver um problema que afeta a escola, a      família e a sociedade?
3.     O desarmamento como medida para redução da violência: mito ou realidade?
4.    O Brasil está preparado para a copa do mundo de 2014? Oportunidades e desafios a vencer
5.    A nova classe média no Brasil – benefícios sociais e novos desafios a serem enfrentados
6.     O papel da mulher na sociedade brasileira
7.     Adolescência – Quem somos Nós? O que queremos? O que podemos?
8.     Inserção do jovem no mercado de trabalho: como favorecer a conquista do primeiro emprego?
9.     A educação e sua contribuição na construção do caráter do indivíduo e dos valores da sociedade
10.   Convívio entre o homem e a natureza: o que falta para equilibrar esta relação?
11.   As novas tecnologias: o bem ou mal do século XXI?
12.  Como o Brasil pode contribuir para a solução de questões energéticas no mundo



sexta-feira, 15 de abril de 2011

"Evasão" de privacidade

NELSON MOTTA

A dor como espetáculo      -    Publicado no Globo de 15/4/2011

Na era do Twitter, das redes sociais e dos reality shows, marcada pelo que Tutty Vasquez chama de "evasão de privacidade", quando a intimidade é oferecida ao público em busca de fama e fortuna, é nas grandes tragédias que chega ao paroxismo a exibição de imagens de dor e sofrimento humano nas telas de televisão e nas páginas de jornais.
No Japão sóbrio e decoroso, as dores das perdas, por maiores que sejam, se expressam com discrição e pudor, e testemunhar o sofrimento alheio impõe recato. Não é um espetáculo, como nos Estados Unidos, em que a excelência da cobertura jornalística abriga também à exploração de choros e dores dilacerantes em busca de uma audiência em que compaixão e sadismo se misturam.
Há quem goste de ver gente sofrendo, quem goste de sofrer junto, quem se alivie por não viver aquele horror. Mas quem gostaria que sua dor pessoal e intransferível fosse exibida para todos? Quanta solidariedade se nutre da dor e do sofrimento alheio para tentar expiar as próprias culpas? Quem chora por quem?
Uma das coisas mais tristes a que nos habituamos a ver são imagens de pessoas em momentos de extrema dor e comoção, diante de uma câmera que espera o choro para fechar a zoom nas primeiras lágrimas. Covardia? Exploração? Informação? Pode ser tudo isto, mas ninguém é obrigado a ver. Ultimamente, se não há possibilidade de um real gesto solidário, não vejo mais: baixo os olhos com pudor japonês, mesmo sozinho em casa diante TV.
Talvez seja da idade e do velho coração cansado de tanto bater e apanhar, mas já não consigo aguentar outros sofrimentos além dos que a vida nos impõe e que somos obrigados a enfrentar, na intimidade.
Por isso me recuso a ver filmes tristes e dolorosos, ainda mais os "baseados em fatos reais", em que alguém, como eu ou você, passa por sofrimentos insuportáveis e, às vezes, sobrevive. E, quanto melhor o filme, pior: o realismo é proporcional ao sofrimento de quem vê. Pode ser senilidade emocional, fraqueza diante da dor, ou simples covardia humana, mas radicalizei: não pago mais para sofrer. Já basta a vida real nos jornais e na televisão.

Aspectos para sua reflexão
  • Voce concorda com o ponto de vista manifestado no texto? Por que? 
  • Voce acha que o ser humano tem uma tendência à tristeza? Quais seriam suas causas?
  • Além da posição "radical" de "não pagar mais para sofrer", o que mais podemos fazer para diminuir a tendência que o ser humano tem para a tristeza?
  • Que relação tem este texto com nossa conversa na última aula (11/4)? 

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Reflexões úteis sobre a verdade e a mentira



A mente humana tem uma forte propensão a crer. É mais fácil e cômodo acreditar, sem fazer a verificação pessoal sobre o que se acredita. Um dos efeitos negativos dessa propensão é a inércia da inteligência, dificultando a função de pensar. Quem não pensa costuma aceitar tudo antes de decidir a investigar por si mesmo as questões que o preocupam ou interessam, expondo-se a freqüentes enganos e erros. Esta característica torna a mente sugestionável diante de tudo que vê, lê ou escuta, dificultando distinguir a verdade da mentira. O saber, adquirido por meio do estudo e da experiência, tem um efeito oposto: coloca o homem a salvo dos riscos a que a propensão a crer o expõe.
Francis Bacon, um dos grandes influentes na formulação do método científico, disse: "A compreensão humana não é um exame desinteressado (...); disso se originam ciências que podem ser chamadas “ciências conforme a nossa vontade”. Pois um homem acredita mais facilmente no que gostaria que fosse verdade. Assim, ele rejeita coisas difíceis pela impaciência de pesquisar; coisas sensatas, porque diminuem a esperança; as coisas mais profundas da natureza, por superstição; a luz da experiência, por arrogância e orgulho; coisas que não são comumente aceitas, por deferência à opinião do vulgo. (...)” Francis Bacon, Novum organon (1620)
Carl Sagan, um dos grandes astrônomos da era moderna, em seu livro “O mundo assombrado pelos demônios – A Ciência vista como uma vela no escuro”, mostra como identificar o que é verdade e o que é mentira, em um mundo cada vez mais cheio de armadilhas mentais para capturar indefesos. A seguir, apresentamos trechos extraídos e adaptados do capítulo “A arte refinada de detectar mentiras”, como fonte de reflexão sobre o tema.
Construindo um detector de mentiras
Na ciência, podemos começar com resultados experimentais, dados, observações, medições, “fatos”, etc. Inventamos um conjunto de explicações plausíveis e sistematicamente confrontamos cada explicação com os fatos. Ao longo de seu treinamento, os cientistas são equipados com um "Kit de detecção de mentiras". Este é ativado sempre que novas idéias são apresentadas para consideração. Se a nova idéia sobrevive ao exame das ferramentas do kit, nós lhe concedemos aceitação calorosa, ainda que experimental. Se possuímos essa tendência, se não desejamos engolir mentiras mesmo quando são confortadoras, há precauções que podem ser tomadas; existe um método testado pelo consumidor, experimentado e verdadeiro.
Eis algumas ferramentas do kit detector de mentiras (Nota: o texto original apresenta outros itens):
·     Sempre que possível, deve haver confirmação independente dos “fatos”.
·     Devemos estimular um debate substantivo sobre as evidências, do qual participarão notórios partidários de todos os pontos de vista.
·     Os argumentos de autoridade têm pouca importância – as “autoridades” cometeram erros no passado. Voltarão a cometê-los no futuro. Uma forma melhor de expressar essa idéia é talvez dizer que na ciência não existem autoridades; quando muito, há especialistas.
·     Devemos considerar mais de uma hipótese. Se alguma coisa deve ser explicada, é preciso pensar em todas as maneiras diferentes pelas quais poderia ser explicada. Depois devemos pensar nos testes que poderiam servir para invalidar sistematicamente cada uma das alternativas. O que sobreviver, a hipótese que resistir a todas as refutações nessa seleção darwiniana entre as “múltiplas hipóteses eficazes”, tem uma chance muito melhor de ser a resposta correta do que se tivéssemos simplesmente adotado a primeira idéia que prendeu nossa imaginação.
·     Não devemos ficar demasiado ligados a uma hipótese, só por ser a nossa. É apenas uma estação intermediária na busca do conhecimento. Devemos nos perguntar por que a idéia nos agrada. Devemos compará-la imparcialmente com as alternativas. Devemos verificar se é possível encontrar razões para rejeitá-la. Se não, outros o farão.
·     Devemos quantificar. Se o que estiver sendo explicado é passível de medição, de ser relacionado a algum valor numérico,, seremos muito mais capazes de discriminar entre as hipóteses concorrentes. O que é vago e qualitativo é suscetível de muitas explicações.
A confiança em experimentos cuidadosamente planejados e controlados é de suma importância. Não aprenderemos com a simples contemplação. É tentador ficar satisfeitos com a primeira explicação  possível  que surge em nossa mente. Uma é muito melhor que nenhuma. Mas o que acontece se podemos inventar várias? Como decidir entre elas? Não decidimos. Deixamos que a experimentação faça as escolhas para nós. Francis Bacon indicou a razão clássica: “A argumentação não é suficiente para a descoberta de novos trabalhos, pois a sutileza da natureza é muitas vezes maior do que a sutileza dos argumentos”.
Falácias a serem evitadas
Além de nos ensinar o que fazer na hora de avaliar uma afirmação, qualquer bom "kit de detecção de mentiras" deve também nos ensinar o que não fazer. Ele nos ajuda a reconhecer as falácias mais comuns e mais perigosas da lógica e da retórica. Há bons exemplos disso nas religiões e na política. Entre essas falácias estão:
·   Ad hominem – expressão latina que significa “ao homem”, quando atacamos o argumentador e não o argumento (Ex.: O Dr. Christiano é um conhecido socialista, por isso não precisamos levar a sério suas objeções ao regime capitalista)
·   Argumento de autoridade (Ex: O presidente Nixon deve ser reeleito porque ele tem um plano secreto para pôr fim à guerra no Sudeste da Ásia – mas, como era secreto, o eleitorado não tinha meios de avaliar os méritos do plano; o argumento se reduzia a confiar em Nixon porque ele era o presidente: um erro, como se veio saber depois);
·   Apelo à ignorância – a afirmação de que qualquer coisa que não provou ser falsa deve ser verdade, e vice-versa (Ex.: Não há evidência convincente de que os UFOs não estejam visitando a Terra; portanto, os UFOs existem – e há vida inteligente em outros lugares no Universo. Essa ambigüidade pode ser criticada pela expressão: a ausência de evidência não é evidência da ausência);
·   Seleção das observações, também chamada de enumeração das circunstâncias favoráveis, ou, segundo a descrição do filósofo Francis Bacon, contar os acertos e esquecer os fracassos *3 (Ex.: Um Estado se vangloria do presidente que gerou, mas se cala sobre os seus assassinos que matam em série);
·   Estatística dos números pequenos – falácia aparentada com a seleção das observações (Ex.: “Dizem que uma dentre cada cinco pessoas é chinesa. Como é possível? Conheço centenas de pessoas, e nenhuma delas é chinesa.”)
·   Compreensão errônea da natureza da estatística (Ex.: O presidente Eisenhower espantado ao descobrir que metade de todos os norte-americanos tem inteligência abaixo da média);
·   Non sequitur – expressão latina que significa “não se segue” (Ex.: A nossa nação prevalecerá, porque Deus é grande. Mas quase todas as nações querem que isso seja verdade; com freqüência, os que caem na falácia non sequitur deixaram simplesmente de reconhecer as possibilidades alternativas);
·   Post hoc, ergo propter hoc – expressão latina que significa “aconteceu após um fato, logo foi por ele causado” (Ex.: Antes de as mulheres terem o direito de votar, não havia armas nucleares);
·   Confusão de correlação e causa (Ex.: As crianças que assistem a programas violentos na televisão tendem a ser mais violentas na vida adulta. Mas a TV causou a violência, ou crianças violentas preferem assistir a programas violentos? Provavelmente, as duas coisas. Os defensores dos comerciais da violência na TV argumentam que qualquer um sabe distinguir entre a televisão e a realidade. Mas os programas infantis têm hoje uma média de 25 atos de violência por hora. No mínimo, isso torna as crianças insensíveis à agressão e à crueldade gratuita. E, se podemos implantar falsas lembranças nos cérebros de adultos impressionáveis, o que não estamos implantando em nossos filhos, quando os expomos a uns 100 mil atos de violência antes de terminarem o ensino fundamental?) 
Conhecer essas falácias lógicas e retóricas completa o nosso conjunto de ferramentas. Como todos os instrumentos, o kit de detecção de mentiras pode ser mal empregado, aplicado fora do contexto, ou até usado como uma alternativa mecânica para o pensamento. Mas, aplicado cuidadosamente, pode fazer toda a diferença do mundo – ao menos para avaliar nossos próprios argumentos antes de os apresentarmos aos outros. (Fonte: Carl Sagan, "O mundo assombrado pelos demônios", Ed. Cia. das Letras, S. Paulo, 1996, p. 200 - 217)
Para sua reflexão: Você já usou alguma ferramenta do “Detector de Mentiras”? Em que situações esses recursos do raciocínio lógico podem ser úteis a você? Você já se viu atuando ou foi alvo de uma atuação falaciosa (enganosa) como as mostradas acima? Qual seria a melhor forma de se defender de atitudes deste tipo? Você concorda que poderíamos resumir tudo em: “a melhor defesa é saber pensar”?
Sugestão para experimentar: Que outros recursos de defesa mental você poderia definir ou criar para sua proteção (mental e física), diante de afirmações, fatos, etc., que você lê, ouve ou vê na sua vida diária?

quinta-feira, 31 de março de 2011

Participe do Projeto "São as perguntas que movem o mundo"!

Caros alunos,
É muito importante a participação de vocês no projeto "São as perguntas que movem o mundo". Voce pode acompanhar as perguntas e respostas postadas no Blog do projeto e também nos murais do Colégio.
Participe! Formular ou responder perguntas inteligentes é um excelente exercício da função de pensar!
Um abraço,
Eduardo
Acesso o Blog aqui:   http://perguntaslogosofico.blogspot.com/

segunda-feira, 28 de março de 2011

Textos dos alunos sobre o "Exercício de Pensar"

Caros alunos,
Parabéns pelas excelentes respostas que apresentaram no último exercício (aula de 28/3/2011). Ao completarem as afirmações sobre o exercício de pensar, demonstraram que já estão exercitando esta importante função da inteligência.
Espero que no final do ano possa chamar vocês todos de jovens pensadores!
Incluí abaixo as melhores respostas, com o seguinte código de cores: texto em preto = afirmação inicial recebida pelo aluno; texto em azul = texto dos alunos; texto em vermelho = comentários do professor.
Trechos assinalados com [...] indica supressão do texto original, por estar repetido ou porque foi respondido fora do contexto. Os trechos com [xxx] indica que não está escrito mas está implícito ou foi dito durante a apresentação na aula de 28/3/2011.
Um grande abraço,
Eduardo


Respostas dos alunos:

4. Muitas pessoas têm a idéia de que pensar é uma coisa difícil e complicada porque... é exigido muito esforço mental para elaborarmos um pensamento, para que não sejamos influenciados pelos pensamentos dos outros.
Comentário: isso de deve também a uma crença popular - a maioria não se exercita em pensar e acredita que é difícil.

5. Pensar  é  muito  diferente  de  imaginar  porque...  pensar  é  um  exercício  de  elaboração  de  seus conhecimentos,  usando  a  inteligência  em  situações  reais  da  vida. [...]
Comentário: de fato, pensar dá segurança de atuar dentro da realidade; imaginar pode desviar-se para a ficção ou ilusão.

6. Algumas coisas que podem estimular o exercício do pensar são:... observar, meditar, refletir e selecionar. Isso tem um grande poder sugestivo; esse poder é o que prepara a mente para que possa cumprir sua grande finalidade: criar seus próprios pensamentos. Quanto mais se pratica esse exercício, mais fácil será o resultado, proporcionando uma grande gratidão e alegria a quem pensa. (Georgia)
Comentário: outros fatores que estimulam o pensar são o esforço mental, a alegria, a boa disposição, realizar projetos, fazer planos, estudar, etc.

7. Não consigo pensar quando estou sob forte pressão psicológica. Exemplo: quando alguém está fazendo uma prova e percebe que o tempo está acabando, essa pessoa exerce nela mesma uma pressão psicológica para que acabe a prova rápido. Mas essa pressão não funciona bem, porque assim ela está se obrigando a pensar em um tempo que não o comum [usual] dela. (Thaís)
Comentário: é isso mesmo, pensar requer espaço e tempo para cumprir sua finalidade.

8. Algumas coisas que podem inibir ou atrapalhar o uso da função de pensar são:... o medo de errar ao formularmos um pensamento ou até mesmo ser alvo de crítica ao expor o pensamento [próprio]
Comentário: além do medo de errar, a preguiça mental, a pressa e as reações da personalidade também inibem o pensar.

9. Não é bom querer pensar em algum assunto importante quando estou triste porque... a tristeza influencia no seu pensamento, tornando-o negativo. É sempre melhor pensar em assuntos importantes quando estou tranqüilo, para tomarmos decisões corretas, em vez de tomarmos caminhos errados... (Gabriela)
Comentário: realmente, o estado de tristeza não atrai boas idéias ou soluções para nossos problemas.

10. Um dos melhores momentos para pensar em alguma coisa que tenho que resolver é... quando estou me sentindo bem, porque é impossível sentir-se mal e, ao mesmo tempo, pensar em alguma coisa que deve ser resolvida. [...] Quando sentimos mal não conseguimos produzir. Por exemplo: quando estou aflita com algum problema não consigo pensar em outra coisa que não seja esse problema, ou seja, não consigo refletir (Flávia)
Comentário: está correto, para pensar bem é importante que se esteja alegre, feliz, bem disposto

11. A tendência de querer fazer só as coisas fáceis pode ser um indício de fraqueza mental.  Pode não ser indício de fraqueza mental, uma vez que coisas “fáceis” é algo subjetivo e o que é fácil para mim não é, necessariamente, para outro. A fraqueza mental, porém, está em indivíduos que tenham medo de arriscar, que escolhem um caminho que já sabem a resposta por ter medo do fracasso e só se afirmam baseando apenas em suas vitórias. (Nathália)
Comentário: podemos dizer, também, que a mente fortalecida pelo treinamento de pensar, não recusa enfrentar desafios

12. A vaidade pode anular o exercício de pensar. Discordo desta afirmação, pois o exercício de pensar é inerente ao ser humano, não se anulando com características como a vaidade. No meu ponto de vista, o exercício [de pensar] não deixaria de existir, mas se adaptaria às condições estabelecidas ao perfil de cada um. A pessoa pensaria levando em conta os traços característicos nela existentes. Mas, mesmo assim, pensaria. (Vinicius N.)
Comentário: de fato, cada um pensa conforme seu perfil psicológico. A vaidade pode influenciar fazendo-nos crer que sabemos tudo ou não precisar melhorar nada...

15. Fazer perguntas inteligentes estimula a função de pensar, porque... ao formular perguntas, precisamos primeiro identificar problemas e, mais tarde, buscar formas para solucioná-lo. Ao realizar este processo, nós somos capazes de desenvolver nossa habilidade de pensar e obter um melhor entendimento sobre um determinado assunto.
Comentário: uma boa pergunta sempre estimula a inteligência a investigar e buscar uma resposta bem pensada.

16. O conhecimento do idioma ajuda muito no exercício de pensar porque... [este conhecimento] abrange um grande número de palavras e expressões, de forma que permite ao indivíduo a elaboração de várias combinações entre essas palavras para se comunicar, estimulando o exercício de pensar.
Comentário: é verdade, pensando, criamos pensamentos e idéias que devem ser expressos por palavras. Um vocabulário restrito limita as possibilidades de pensamento e expressão.

17. Um dos piores momentos para pensar em alguma coisa é quando estou com a mente agitada, porque... quando  passam muitas informações pela mente, fica difícil organizar as nossas ideias e obter um bom resultado.
Comentário: agitação mental significa mente está confusa, desorganizada, dificultando o exercício de pensar.

18. Quanto mais eu for capaz de pensar por mim mesmo, maior será minha liberdade, porque... conseguirei evitar influência dos pensamentos dos outros. Afinal, ao pensar por mim mesma, serei capaz de analisar e refletir sobre informações sob o meu ponto de vista. Serei capaz de formular minhas próprias opiniões e agir de acordo com o que eu, e não necessariamente os outros, acho correto. (Helena)
Comentário: ótima resposta! Pensar por si mesmo significa liberdade e independência de idéias.

19. Se o ser humano não tivesse sido dotado da capacidade de pensar, não poderia também criar, porque... sem a capacidade de pensar, o homem não passaria de ser outro animal irracional. Ser capaz de pensar traz ao homem a capacidade de evoluir e querer descobrir coisas e novos modos de pensar. O [exercício de] pensar dá ao homem pensamentos e a imaginação necessária à criatividade, inteligência e conhecimento. O homem usa desse pensar desde a invenção de seus primeiros, mais brilhantes ou mais humildes, projetos, desde a matemática, a roda ou um simples poema romântico. O ser que não pensa, não seria capaz de criar tamanha engenhosidade ou beleza.
Comentário: de fato, somente pensando podemos criar algo novo – soluções, conhecimentos, projetos, iniciativas, idéias, e muito mais!

20. O hábito de pensar antes de falar pode ser útil em muitos aspectos da vida, porque... se render ao pensamento de impulsividade é muito prejudicial, uma vez que depois de pronunciadas, não se pode apagar as palavras e, quando se age por impulso acabamos dizendo aquilo que não se deve, ou que não quer. Quando se pensa antes de falar é possível organizar melhor as idéias e formular [melhor] as frases evitando a possibilidade de ferir alguém ou acabar sendo indiscreto com você ou com os outros. (Daniela)
Comentário: ótima resposta!

22. Minha capacidade de pensar, raciocinar e observar pode ser aumentada por meio de... prática e exercícios mentais; mas as próprias capacidades só podem ser aumentadas a partir do ponto em que nos questionamos o para quê e porque aumentar tais capacidades. (Bruno)
Comentário:  realmente, a função de pensar é como um “músculo mental”, mas é preciso ser consciente do porque e para que exercitá-lo.

25. Quando consigo escrever sobre o que estou pensando, amplio minha capacidade de pensar porque... coloco uma ordem em meus pensamentos, para escrever com mais clareza e, para isso, é necessário pensar e se esforçar. Ou seja, ao escrever sobre algo, pensamos na melhor maneira de fazê-lo, exercitando, assim, a habilidade de pensar. Um exemplo desta situação observada nos estudantes é o fato de muitos deles fazerem sínteses sobre determinada matéria e, com o tempo, adquirem facilidade nisso, além de absorverem melhor o conteúdo. (Luisa)
Comentário: certo, escrever é um “exercício pensante” e requer organizar os pensamentos para expressá-los por escrito.

26. A crença em alguma coisa que não posso comprovar inibe o ato de pensar (sobre esta coisa), porque... a partir do momento em que criamos um ser com poderes divinos para ser a explicação de diversas coisas, nós não estamos pensando e estamos desistindo de vez da tentativa de achar uma explicação. Contudo, devemos lembrar que há teorias [...] que, apesar de não poderem ser comprovadas, têm um fundamento científico.
Comentário: boa resposta! A crença pura e simples é uma atitude passiva da inteligência, inibe a função de pensar, pois não exige análise, reflexão, comprovação, etc.

27. Não ser capaz de pensar e resolver os próprios problemas significa grande perda de tempo porque... desse modo não se analisa o que gerou o problema e qual é a melhor forma de resolvê-lo. E isso pode ser justificado pelo fato de que quando não se pensa no problema, normalmente pode-se agravá-lo e perder tempo. Portanto, é mais simples pensar numa solução objetiva para o problema [evitando perda de tempo com preocupações]
Comentário: isso mesmo, todo problema sobre o qual não pensamos, fica não resolvido, vira uma preocupação, e acaba roubando muito tempo e energia.

29. Pensar é algo que requer esforço, mas este esforço é muito compensador, porque... exercitamos nossa inteligência, deixamos a mente mais ativa e assim podemos encontrar respostas para muitas perguntas, formular perguntas novas... Além disso, se não utilizarmos nossa capacidade de pensar, que só o ser humano possui, seria um desperdício.
Comentário: do exercício de pensar surgem soluções, idéias, projetos, iniciativas e conhecimentos essenciais para a vida

31. O mundo precisa (com urgência) de pessoas que saibam pensar e pensar bem, porque... o mundo possui graves problemas, em diversos âmbitos, como no social, econômico, etc., que só podem ser resolvidos pelas pessoas que saibam realmente pensar e não seguir pensamentos [dos outros] (Alexandre)
Comentário: concordo pois a maioria dos grandes problemas da humanidade se deve ao fato do homem não pensar.

32. Quem não pensa vive geralmente distraído, e vai aos poucos piorando suas condições humanas, porque... não criará pensamentos. Assim, não terá idéias e conceitos próprios. Sem pensar, não consegue distinguir o bem do mal. Quando se deparar com um pensamento negativo, dificilmente terá defesas mentais frente a ele. Assim, sucumbirá às mentes alheias, tornando-se agente passivo da própria vida. Suas condições pioram, já que terá dificuldade de escolher o bem para si mesmo.
Comentário: excelente resposta! O distraído costuma deixar entrar em sua mente os pensamentos mais estranhos e perniciosos.

33. Quem não pensa tem a mente indefesa e fica sujeito a muitas influências do ambiente, porque... não tem a capacidade de formar uma mentalidade crítica. Quem não pensa não tem uma ideologia própria e tende a aceitar qualquer pregação que lhe é apresentada. Quando abdicamos do direito e dever de pensar, viramos verdadeiros marionetes, facilmente controlados pelo “ventríloquo” que se disponha a isso. (Victor Júlio)
Comentário: de fato, a melhor defesa é aprender a pensar, pois só assim podemos selecionar o que pode ou não entrar em nossa mente.

34. Quem não pensa tem muita dificuldade para mobilizar sua vontade e seus pensamentos, porque... assim não se sente capaz e torna-se um alvo muito influenciável para os pensamentos de outras pessoas, passando a seguir a vontade e os pensamentos alheios. Quem tem dificuldade para pensar não consegue acessar seu conhecimento e auto-conhecimento, então consegue entender suas vontades e nem seus pensamentos.
Comentário: mente que não pensa tende a ficar na inércia mental e volitiva, com dificuldades para se mover física e mentalmente

35. Quando penso e entendo bem um problema que tenho de resolver, já tenho metade da solução, porque... antes de resolver um problema, devemos analisá-los e pensar na melhor forma de resolvê-lo, para não corrermos o risco de errar na resposta. [...] Ou seja, se pensarmos bem antes de resolver uma dificuldade, a probabilidade de chegarmos a uma conclusão errada diminui.
Comentário: está certo, pois uma imagem clara e completa de um problema, atrai a solução lógica para o mesmo.

37. A pressa e a impaciência são inimigos do exercício de pensar, porque... para pensar é necessário uma análise cuidadosa da situação. Desta forma, quanto mais tempo for usado pensando, mais soluções para o problema serão encontradas. (Felipe)
Comentário: isso mesmo, pensar é algo que requer tempo, espaço, serenidade, mente organizada e atenção.

38. Quem não aprende a pensar até sua juventude, terá mais dificuldade de fazê-lo no futuro, porque... o ato de pensar não se adquire de uma hora para outra, mas sim gradativamente se vai aprendendo a pensar. A pessoa que aprendem a pensar mais jovem, futuramente já conseguirá praticar essa habilidade facilmente, diferente daquelas que começam a aprender mais velhas. Esses vão demorar mais para concluir o pensamento.
Comentário: correto, à medida que o tempo passa sem pensar, criamos uma rigidez mental que dificulta novas aprendizagens

39. Pensar bem no campo acadêmico/profissional não significa pensar sobre questões da vida.  Não concordo, porque no campo acadêmico/profissional é que nos dará condições de ter uma boa família, por exemplo. Logo, este campo [acadêmico/profissional] faz parte da vida.
Comentário: está correto. Outro ponto é que o pensar acadêmico é utilitário e necessário para atender às necessidades da vida externa. Já o pensar na vida interna, requer conceitos próprios.

40. Para pensar bem, preciso ter os conceitos corretos sobre o assunto que quero pensar, porque... quando pensamos em algo é necessário que  tenhamos algumas noções sobre o que estamos pensando, para que para que possamos pensar de forma clara e coerente. Exemplo: para pensar bem em uma questão de geometria, é preciso ter conceitos corretos de geometria...
Comentário: é difícil pensar sobre um assunto sobre o qual não tenho um conceito formado, que não tenha um significado para mim.

42. A diferença entre “pensar e fazer” e “pensar em fazer” é... este último abre espaço para a protelação e o primeiro abre as portas para a atitude.
Comentário: uma resposta bem pensada! Sintética, clara e completa! Parabéns!

47. O modelo de escola tradicional não favorece o exercício do pensar, porque... o modelo de escola tradicional não faz com que o aluno pense, porque ela [a escola tradidional] apenas traz pensamentos prontos para que os alunos tenham apenas que decorar, sem a preocupação de entendimento. (Maria Alice)
Comentário: realmente, a escola tradicional estimula basicamente as funções da memória e imaginação, exigindo pouco da função de pensar.

sábado, 19 de março de 2011

Sei que estou pensando em alguma coisa quando...

Atividade para as aulas de 21 e 28/3/2011  
Nesta aula você vai receber uma afirmação da lista abaixo sobre “O exercício de pensar”. Sua tarefa é completar o texto, escrevendo o que você pensa que pode ser uma explicação, justificativa, fundamento ou um exemplo da afirmação recebida. As afirmações são sobre o que é, para que e quais são os benefícios do pensar (ou conseqüências do não pensar). Se você não concordar com a afirmação recebida, escreva uma justificativa para sua discordância.

è Traga sua resposta por escrito na próxima aula (28/3) 
è SUGESTÃO:  que tal responder também a outras questões da lista? 


As respostas mais claras, completas e coerentes, vão ganhar um brinde!  


1.  Sei que estou pensando em alguma coisa quando...
2.  A diferença entre pensar e lembrar de alguma coisa é...
3.  A diferença entre pensar sobre alguma coisa e atuar sob a influência de um pensamento é...
4.  Muitas pessoas têm a idéia de que pensar é uma coisa difícil e complicada porque...
5.  Pensar é muito diferente de imaginar porque...
6.  Algumas coisas que podem estimular o exercício do pensar são:...
7.  Não consigo pensar quando estou sob forte pressão psicológica porque...
8.  Algumas coisas que podem inibir ou atrapalhar o uso da função de pensar são:...
9.  Não é bom querer pensar em algum assunto importante quando estou triste porque...
10. Um dos melhores momentos para pensar em alguma coisa que tenho que resolver é...
11.  A tendência de querer fazer só as coisas fáceis pode ser um indício de fraqueza mental, porque...
12.  A vaidade pode anular o exercício de pensar porque...
13.  Tão importante quanto saber pensar é também saber em que pensar, porque...
14.  É difícil pensar sobre alguma coisa quando estou completamente distraído ou desatento, porque...
15.  Fazer perguntas inteligentes estimula a função de pensar, porque...
16.  O conhecimento do idioma ajuda muito no exercício de pensar porque...
17.  Um dos piores momentos para pensar em alguma coisa é quando estou com a mente agitada, porque...
18.  Quanto mais eu for capaz de pensar por mim mesmo, maior será minha liberdade, porque...
19.  Se o ser humano não tivesse sido dotado da capacidade de pensar, não poderia também criar, porque...
20.  O hábito de pensar antes de falar pode ser útil em muitos aspectos da vida, porque...
21.  Um dos exercícios de pensar é escrever sobre o que eu quero pensar, porque...
22.  Minha capacidade de pensar, raciocinar e observar pode ser aumentada por meio de...
23.  A maioria das pessoas evita encarar assuntos ou problemas que exigem o uso do pensar, porque...
24.  A diferença entre ler alguma coisa pensando e ler sem pensar é que...
25.  Quando consigo escrever sobre o que estou pensando, amplio minha capacidade de pensar porque...
26.  A crença em alguma coisa que não posso comprovar inibe o ato de pensar (sobre esta coisa), porque...
27.  Não ser capaz de pensar e resolver os próprios problemas significa grande perda de tempo porque...
28.  Quem não pensa ou pensa mal, aparentemente não tem problemas, porque...   Mas, em compensação...
29.  Pensar é algo que requer esforço, mas este esforço é muito compensador, porque...
30.  A liberdade de pensar é a única que ninguém pode tirar do ser humano, porque...
31.  O mundo precisa (com urgência) de pessoas que saibam pensar e pensar bem, porque...
32.  Quem não pensa vive geralmente distraído, e vai aos poucos piorando suas condições humanas, porque...
33.  Quem não pensa tem a mente indefesa e fica sujeito a muitas influências do ambiente, porque...
34.  Quem não pensa tem muita dificuldade para mobilizar sua vontade e seus pensamentos, porque...
35.  Quando penso e entendo bem um problema que tenho de resolver, já tenho metade da solução, porque...
36.  Uma das conseqüências da falta de exercício de pensar é o enfraquecimento desta função, porque...
37.  A pressa e a impaciência são inimigos do exercício de pensar, porque...
38.  Quem não aprende a pensar até na sua juventude, terá mais dificuldade de fazê-lo no futuro, porque...
39.  Pensar bem no campo acadêmico/profissional não significa pensar sobre questões da vida, porque...
40.  Para pensar bem, preciso ter os conceitos corretos sobre o assunto que quero pensar, porque...
41.  Os momentos dedicados ao estudo são uma boa oportunidade para exercitar o pensar, porque...
42.  A diferença entre “pensar e fazer” e “pensar em fazer” é...
43.  Resolver problemas (tanto os escolares como os da vida pessoal) é um exercício de pensar, porque...
44.  Exercitar o pensar ajuda na aprendizagem de qualquer assunto, porque...
45.  A cultura atual, em todas as partes do mundo, não favorece nem estimula a função de pensar, porque...
46.  Os preconceitos são grandes inimigos de exercício de pensar, porque...
47.  O modelo de escola tradicional não favorece o exercício do pensar, porque...
48.  Uma das maneiras de enganar um povo é fazer as pessoas acreditarem que pensam, porque...

quarta-feira, 16 de março de 2011

Exemplo de um Mapa Conceitual - MC

Caros alunos,
Para que vocês possam ver um exemplo de um Mapa Conceitual e relacionar com algo que conhecem (nossas aulas), incluo abaixo um mapa para explicar a origem, as atividades e onde queremos chegar com a disciplina "Atualidades Temáticas". Este MC explica, em linguagem gráfica, as idéias gerais para esta disciplina e seus objetivos. Espero que seja útil.
Bons estudos e até a próxima,
Um abraço,
Eduardo

PS.: Caso necessitem de alguma ajuda ou explicação adicional, entrem em contato ou postem comentários no Blog. Sintam-se à vontade para manifestar suas observações e sugestões sobre nossas aulas.

sábado, 12 de março de 2011

O dinamismo do mercado de trabalho

Caros alunos,
Sugiro assistir a este video, sobre a escolha da profissão, da carreira e o dinamismo do mercado de trabalho.
Que perguntas este vídeo responde? Que perguntas ele despertou em voce?
Boas reflexões!
Um abraço,
Eduardo

Gente importante valorizando o exercício de pensar

Caros alunos,
Vejam que interessante o texto da Profa. Dulce Critelli, da PUC-SP, Doutora em Filosofia e articulista do jornal Folha de São Paulo. É uma das inúmeras publicações de pessoas importantes que valorizam o exercício do pensar.
Veja o texto em:  Ensinar a pensar 
O que você achou deste texto?
Um abraço,
Eduardo

terça-feira, 1 de março de 2011

Como construir um Mapa Conceitual

Caros alunos,

No exercício proposto na aula anterior (aula de 14/3), pedimos que voces fizessem um Mapa Conceitual descrevendo seu entendimento sobre a Função de Pensar. 

Um Mapa Conceitual (MC) é uma forma gráfica para representar conceitos, seus significados e relações entre conceitos. Um MC pode ser usado para mostrar como um conhecimento está estruturado ou organizado. Pode ser usado também para comunicar a outros uma visão sobre determinado assunto assim como para ajudar a analisar questões ou temas nos quais se deseja aprofundar em seu estudo. Mapas conceituais são também denominados de Mapas Mentais ou Mapas Semânticos. É também um recurso muito útil para aprendizagem de novos conceitos. 
Utilize as orientações deste link para construir seus mapas conceituais e fazer o download do software gratuito CMap, específico para desenhar MC´s.

Um abraço e bons estudos!

Eduardo